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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Assembléia de Deus proíbe pastores de apoiar candidatos e fazer campanha eleitoral



Decisão da liderança da Igreja Assembleia de Deus é inédita

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Cuiabá e Região comunicou, nesta sexta feira (02), através do presidente, Silas Paulo de Souza, que os pastores de setor, pastores de sub-congregações, líderes de departamento e membros que exerçam cargo na igreja, não poderão apoiar ou fazer campanha para nenhum candidato, sob pena de perder o cargo que exercem na Igreja. Os membros da Igreja que são candidatos e exercem cargos na Igreja, também deverão entregar seus cargos.

A Assembleia de Deus é a maior Igreja evangélica de Mato Grosso, com mais de três mil templos espalhados pelo Estado. São cerca de 400 mil fiéis.


Reprodução

A decisão é considerada inédita, porque até às últimas eleições a igreja apoiava ostensivamente determinadas candidaturas.

Vereadores e até deputados, como Victório Galli (ex deputado federal) e Sebastião Rezende (deputado estadual), se apresentavam como representantes da denominação.


Reprodução

Pastor Sebastião: vítima da Covid-19

A mudança ocorre depois da morte do pastor Sebastião Rodrigues de Souza, vítima da Covid-19, em julho deste ano (08/07). O pastor Sebastião liderou as Igrejas Assembléia de Deus por quase 50 anos em Mato Grosso. Seu filho, pastor Rubens Siro de Souza, que era vice-presidente, também faleceu em decorrência da mesma doença. A Igreja passou a ser comandada no último mês de agosto pelo pastor Silas Paulo de Souza, também filho de Sebastião Rodrigues, e seu vice. o pastor Enésio Barreto Rondon.


Confira o comunicado:

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