"Depois da facada, não é uma gripezinha que vai me derrubar", disse o presidente Jair Bolsonaro ao encerrar a segunda entrevista coletiva realizada em Brasília nesta sexta-feira (20). - ESPINHA DE PEIXE

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sexta-feira, 20 de março de 2020

"Depois da facada, não é uma gripezinha que vai me derrubar", disse o presidente Jair Bolsonaro ao encerrar a segunda entrevista coletiva realizada em Brasília nesta sexta-feira (20).


"Depois da facada, não é uma gripezinha que vai me derrubar", disse o presidente Jair Bolsonaro ao encerrar a segunda entrevista coletiva realizada em Brasília nesta sexta-feira (20).

Bolsonaro, que já fez dois testes que deram negativo para coronavírus, negou que iria realizar novos exames e que isso caberia ao seu médico determinar.
O presidente criticou ações de governadores sobre fechamento de estradas e aeroportos e afirmou que busca uniformizar as medidas no país, para que o combate ao coronavirus seja feito de forma coordenada e integrada com o governo federal.

"Há algum tempo já venho falando que não devemos entrar em pânico. Não pode cada governador tomar uma decisão que ele ache melhor. Sempre estive aberto aos governadores. E a política não está colocada acima de uma situação emergencial como essa", afirmou Bolsonaro.

Os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio, Wilson Witzel (PSC), têm criticado o governo federal nos últimos dias. "Estamos fazendo o que deveria ser feito pelo líder do país, o que o presidente Jair Bolsonaro, lamentavelmente, não faz, e quando faz, faz errado", disse Doria durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (20). As informações são do R7.

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